O Brasil se prepara para ser palco de grandes eventos internacionais como a Copa do Brasil em 2014 e os Jogos Olímpicos em 2016, e o número de turistas estrangeiros no Brasil deve dobrar até lá. A projeção de crescimento para o setor é de 10% ao ano, o que significa 8 milhões de turistas estrangeiros em 2014, ano da Copa, e 10 milhões em 2016.

Fonte: Folha de Boa Vista

O Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento as Pessoas com Deficiência Visual (CAP-DV/RR) da Secretaria Estadual de Educação, Cultura e Desportos (SECD), divulgou o calendário de cursos de capacitação na área de deficiência visual.
 
O curso é direcionado prioritariamente aos professores da rede pública estadual, municipal e particular, mas também é ofertado para estudantes, acadêmicos e pessoas da comunidade em geral.
 
Com duração de 35 dias letivos e carga horária de 140h, o curso é dividido em seis módulos, o primeiro é “Atendimento a Educação Especial”, seguido de “Baixa visão”, “Leitura e Escrita Braile”.
 
E ainda “Orientação e Mobilidade”, “Soroban” e “Produção de material”. As aulas acontecem nos turnos matutino, vespertino e noturno, sendo uma turma com 25 vagas por turno.
 
Na próxima segunda-feira (05) terá início o primeiro curso, que seguirá até o dia 24 de abril. Todas as três turmas foram preenchidas e 75 pessoas participarão desta primeira capacitação. O próximo curso ocorrerá de 07 de maio a 02 de julho (as inscrições deverão ser realizadas no período de 23 a 27 de abril).
 
De 30 de julho a 11 de setembro haverá outro curso (inscrições de 23 a 27 de junho) e o quarto curso ocorrerá de 16 de outubro a 7 de setembro (inscrições de 17 a 21 de setembro).
 
“Com o curso, os professores terão mais conhecimento sobre como trabalhar com o aluno que possui baixa visão, ou que seja cego, e a comunidade também saberá como ajudar, como se portar diante de um portador de deficiência visual”, destacou Francimar Fernandes da Silva, gestora do CAP-DV.
 
INSCRIÇÃO
Para efetuar a inscrição no curso de capacitação na área de deficiência visual, basta que o interessado procure a secretaria do CAP-DV, que fica localizado na Avenida Santos Dummont, nº 439, bairro São Pedro e apresente cópias da Carteira de Identidade e CPF. A inscrição é gratuita.
 
SOBRE O CENTRO
Fundado há 10 anos, o Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento as Pessoas com Deficiência Visual (Cap-DV/RR), auxilia estudantes que não enxergam ou tem baixa visão. Na unidade, é possível fazer adaptação e leitura de textos, receber acompanhamento de professores e transcrever material em braille.
 
Atualmente, 75 alunos recebem acompanhamento de profissionais, sendo 20 nas dependências do centro e 55 nas escolas da Capital. Para realizar as atividades são 50 funcionários entre técnicos, servidores e professores. As atividades ocorrem de segunda a quinta-feira nos três turnos, sendo a sexta-feira dedicada ao encontro pedagógico da equipe.

Ainda é difícil encontrar cinemas que atendam satisfatoriamente aos diferentes tipos de necessidade apresentadas pelo público espectador. Mas alguns conseguem atender melhor a um segmento específico. Então uma avaliação foi realizada para identificar essas boas práticas, com indicações dos próprio usuários.

O cinema ideal para deficientes físicos

Na edição especial do Guia que avalia as 45 salas de São Paulo, ganharam pontos extras os exibidores com boa acessibilidade. Mas, para facilitar a vida de um cinéfilo portador de necessidades especiais, não bastam rampas ou elevadores. Para começar a série de posts ’Meu Oscar’, na qual pessoas com perfis fora do padrão indicam os endereços que melhor atendem às suas exigências, o blog pediu ao deficiente físico Anderson Santana, de 22 anos, a indicação dos melhores (e os piores) cinemas para quem tem problemas de mobilidade.

O auxiliar de enfermagem usa muletas desde a infância e diz que as dificuldades costumam começar logo na entrada dos multiplex. “Às vezes, os funcionários ficam inibidos de oferecer ajuda, com medo de me constranger”, afirma. Mas constrangimento maior ocorre quando ele precisa mostrar as muletas a alguém na bilheteria, para “provar” que merece desconto (há uma política, não legislada, de conceder meia-entrada a deficientes).

Quando vai ao cinema com amigos cadeirantes, o problema são os assentos reservados a eles – geralmente nas primeiras fileiras, com péssima visibilidade. “No Cinemark Aricanduva é assim. Nem todos os meus amigos couberam no espaço. A gente mesmo que teve de se ajeitar, sem ajuda de ninguém”, relembra. Outro problema: lá, os funcionários se recusaram a dar preferência para Anderson e sua turma na fila, para “evitar represálias de outros clientes”.

O auxiliar de enfermagem diz que o Cinemark até já participou de encontros com pacientes da AACD, onde ele trabalha, para saber como oferecer mais conforto a deficientes. Em uma das filiais, a iniciativa está rendendo: se tivesse de dar um Oscar de “melhor cinema para portadores de necessidades especiais”, Anderson elegeria o do Shopping Metrô Santa Cruz. “A equipe de funcionários é a que mais ajuda”, diz. E, para levar usuários de cadeiras de roda, ele recomenda o Cinemark Pátio Paulista: “A área reservada é ótima e você não paga estacionamento”.  (Dado Carvalho)

O cinema ideal para a terceira idade

O aposentado Alfredo Abdalla, de 75 anos, vê pelo menos um filme toda semana há mais de 25 anos e já visitou projeções em vários países. Na capital paulista, nem mesmo o despreparo dos cinemas para atender o público da terceira idade o intimida. E olha que os percalços são muitos: salas cheias de degraus, longas filas de espera, som desregulado.

Antes das sessões do Central Plaza, por exemplo, Alfredo sabe que tem de proteger os ouvidos. É  que lá, os trailers e comerciais passam em um volume exagerado. Aliás, os funcionários também costumam pesar a mão no termostato do ar-condicionado. Mas isso, pelo menos, tem solução: “Eu reclamo mesmo com os atendentes. Normalmente eles atendem”.

Para enfrentar outros problemas, melhor contar com uma ajuda mais próxima – como a de sua mulher, Janice, 72 anos, que sempre o acompanha. “As salas do Bristol, por exemplo, não têm boa iluminação no chão. Quando ficam escuras demais, um se segura no outro para não cair”, reclama. No geral, porém, ele aprova o multiplex localizado no Center 3 – e recomenda para outros cinéfilos de sua faixa etária. “A qualidade da projeção é muito boa.”

E ele acrescentaria mais vencedores em sua lista se os cinemas retomassem dois bons hábitos do passado. O primeiro é proibir comida na sala de exibição. “Sempre passo a mão no assento para ver se está limpo, pois um amigo até já sentou em uma cadeira úmida de refrigerante um dia desses”, afirma. O outro é a volta da sessão às 20h: “Agora só há horários às 19h e às 21h. Uma é muito cedo e a outra termina muito tarde”. (Susan Eiko)

Ideal para os mais baixos

Camila Pal, de 28 anos, mede 1,53 m e diz que sofre com pessoas altas sentadas à sua frente

A popularização das salas em formato stadium facilitou a vida de quem gosta de ir aos cinemas. Mas ainda tem gente que sofre quando alguém muito alto senta-se na cadeira da frente. É o caso da pedagoga Camila Pal, de 28 anos - a quinta convidada da série de posts ‘Meu Oscar’.

Camila mede 1,53 m “e meio centímetro”, ela faz questão de enfatizar. “Quando a gente é  pequenininha, isso faz uma enorme diferença”, brinca. Ela está 5 cm abaixo da média de altura das brasileiras (1m58) e passa maus bocados quando vai a um cinema sem muita inclinação. Não a convide, por exemplo, para ir ao Cine Bombril. “Lá é praticamente plano”, reclama. “Qualquer pessoa que sentar um pouco mais ereto, atrapalha. Aí, o jeito é dar uma viradinha para o lado e pegar o vãozinho entre as poltronas, sabe?”

Enquanto o Guia elege as melhores telas da cidade na edição especial Oscar das Salas de Cinema, que circulou na sexta (5), Camila tem seus próprios ‘Oscars’ para distribuir. Para outros cinéfilos com altura próxima à sua, ela recomenda: “Vá ao Shopping Metrô Boulevard Tatuapé e o UCI do Shopping Anália Franco. A inclinação é excelente, impossível não ver a tela. Depois que conheci os dois, não vou em outro”. (Dado Carvalho)

 

Se você é alto, esta sala é para você

Caio Caruso, de 33 anos, tem as credenciais ideais para participar da nossa série de posts ‘Meu Oscar’. Com 1,96 m, Caio é um bom representante de outro grupo que sofre nos cinemas: os altos.

“Toda vez que vejo um filme, saio da sessão com dores na região lombar”, reclama. Isso porque ele considera quase todas as cadeiras da rede Cinemark pequenas para seu tamanho. Como o encosto é ‘curto’, se ele escorrega para a frente, as costas ficam tortas. Se fica na posição correta, ouve comentários ácidos vindos da fileira de trás. “A solução, para mim, seria uma regulagem de altura ou cadeiras maiores”, afirma.

Formado em artes visuais, Caio tem olhar crítico: sentar perto do corredor para esticar as pernas, nem pensar. “Meu lugar preferido é o centro, tanto vertical como horizontalmente, que é o mais favorecido pelo sistema de som e tela.” A solução? O Kinoplex Itaim. “É o único onde não me sinto apertado”, afirma. “As cadeiras são mais confortáveis e o encosto é um pouco mais alto, o que me dá mais apoio para as costas.” (Susan Eiko)

 

Ideal para as crianças

Filmes infantis são um dos segmentos mais rentáveis para as distribuidoras. Para se ter uma ideia, até o lançamento de Avatar, o filme mais visto de 2009 no Brasil havia sido A Era do Gelo 3. Mas parece que os exibidores ainda não se deram conta da importância desses ‘miniclientes’. Guloseimas pouco nutritivas há aos montes nas bonbonnières. Mas assentos especiais para a estatura das crianças, por exemplo, são uma raridade.

Quando Tatiana Galli, de 34 anos, vai ao Cinemark Center Norte com os filhos Eduardo, 12, e Igor, 5, já sabe que terá de aguentar a sessão quase sem se mexer. É que o caçula não consegue ver direito a tela e prefere se sentar no colo da mãe. “Ou então no braço da cadeira, mas não é bom”, diz o garoto. Só não tente convencê-lo a usar o buddy seat, aquele suporte especial para deixar a criançada mais alta na poltrona. “É duro demais! Ele volta para casa todo dolorido”, diz Tatiana. E, segundo ela, o acessório é difícil de ser encontrado. Por isso, na hora de pegar um filminho em família, ela checa antes se o cinema tem formato stadium. Um dos que ela recomenda é o Cinemark Metrô Santa Cruz.

Na hora da comida, é aquela farra. “O Igor come toda a pipoca e eu bebo todo o refrigerante”, confessa Eduardo. Tatiana concorda que poderia haver opções mais saudáveis no cardápio, mas se diz tranquila porque os filhos têm bons hábitos alimentares no dia a dia. “Uma pipoca de vez em quando não faz mal a ninguém”, brinca. (Susan Eiko)

 

Fonte: Estadão

Camila Costa  / Folha de Boa Vista

 

Um espaço provocativo à leitura em geral, uma forma de incentivar o hábito da leitura, pesquisa de estudo, elaboração de trabalhos escolares e acadêmicos, realizações de concursos literários e empréstimos de livros. Estes são poucos adjetivos do Clube do Livro de Boa Vista, que funciona no segundo piso do Terminal do Caimbé. O clube agora está lançando um novo projeto: a criação da primeira Biblioteca Online da região Norte, por isso está organizando a primeira Semana de Leitura nas Férias e Exposição, que acontece dos dias 16 a 21 deste mês na praça de alimentação do Terminal, em horário comercial.

 

O idealizador do projeto chama-se José Oliveira Filho, uma pessoa que acredita nos prazeres e benefícios que um livro pode trazer. Um amante da literatura, Oliveira começou com uma simples papelaria chamada Lapispel, que até hoje funciona no Terminal do Caimbé. “Antes era apenas a papelaria, então resolvi criar na sobre-sala uma Biblioteca Comunitária. Os livros eu fui adquirindo, boa parte, com doações. Já outros, fui comprando de sebos de outras regiões do país. Possuo livros com mais de 300 anos, são raridades que estarão expostas durante a Semana de Leitura nas Férias. Atualmente, o acervo tem mais de 6mil livros”, disse ele.

 

 

 

A Semana de Leitura nas Férias foi um projeto criado com um intuito: conseguir recursos para financiar o projeto Biblioteca Online. “Meu projeto foi escolhido pelo SEBRAE, que possui uma linha de crédito com o BASA. A pessoa poderá entrar no site, consultar o livro que quiser, estudar, pesquisar e tudo isso sem precisar sair de casa. É uma forma de incentivar a prática da leitura”, relatou Oliveira. A Biblioteca Online, de acordo com ele, será montada por uma empresa terceirizada contratada pelo SEBRAE. O site começa a ser desenvolvido em março e a previsão de lançamento é para o meio do ano.

 

A exposição contará com livros desde a literatura regional como Cordel Encantado até os clássicos de Machado de Assis, além de livros didáticos de nível fundamental, médio e superior, ficção, romance, entre outros. Segundo Oliveira, serão mais de dois mil livros à venda com preço popular. A exposição também contará com relíquias da literatura.

 

 

 

A Semana da Leitura nas Férias é aberta à comunidade e funcionará no horário comercial. O Terminal do Caimbé fica localizado na Avenida dos Imigrantes, 1612, no Bairro Buritis. Mais informações no telefone (95) 8118 4421 ou pelo email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

 

 

 

Clube do livro de Boa Vista

 

O Clube do livro foi fundado por José Oliveira Filho em 2008 e tem como objetivo disponibilizar às comunidades estudantis  em geral uma verdadeira fonte de pesquisa, estudos e prazer na disseminação do hábito da leitura; estimulando o conhecimento pela disponibilização de um acervo variado, com metodologia e elaboração de ações direcionadas a ler e escrever, unindo o útil ao agradável, acumulando conhecimento e lazer na leitura. O acervo do livro conta com Literatura Brasileira, portuguesa e Universal, romances, contos e poesias, ficção científica, literatura didática (fundamental, médio e superior), enciclopédias nacionais e internacionais, atlas geográficos e de anatomia, variedade de gibis, revistas científicas, infantis, tecnologia, arquitetura, moda e outros.

 

O Clube do Livro também foi representar a região Norte no IV Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias, o maior evento de reconhecimento internacional de unidades comunitárias que incentivam o acesso à leitura. O Seminário aconteceu no mês de novembro do ano passado, em São Paulo, e foi transmitido em mais de 50 países. “O Clube do Livro de Boa Vista foi muito bem aceito no seminário, acharam a ideia do projeto muito avançada. Nós recebemos hoje muitos alunos do interior que não têm acesso a leitura e não possuem recursos para adquirirem livros, então eles recorrem à nossa Biblioteca Comunitária”, revelou Oliveira. 

Folha de Boa Vista - 12/07/2012 14h39

Baixe o DPJ

Hoje, a partir das 8 horas, a Setrabes (Secretaria Estadual do Trabalho e Bem-Estar Social) promove o Fórum de Eleição do Conselho Estadual da Pessoa com Deficiência (Coder/RR), biênio 2012-2014. Devem participar coordenadores entidades não governamentais para escolha de seus representantes. O Fórum será realizado no auditório do Ministério Público, localizado na avenida Santos Dumont, 710, no bairro São Pedro.

 

Todas as entidades não governamentais que atuem na promoção dos direitos da pessoa com deficiência no Estado de Roraima, juridicamente constituídas há pelo menos dois anos e que se cadastraram como eleitores, devem participar do Fórum.

 

“É muito importante mobilizar as entidades não governamentais porque elas representam diretamente a sociedade. A participação dessas entidades no Conselho é fundamental no direcionamento das políticas públicas que são desenvolvidas para atender às pessoas com deficiência”, explicou a secretária da Promoção Humana e Desenvolvimento, Shéridan de Anchieta.

 

Ela explicou que cabe ao conselho fazer a ponte entre o governo e a população para que as propostas de melhorias sejam compartilhadas e posteriormente executadas pelo poder público. O edital do Fórum de Eleição está disponível na própria Secretaria e no site da imprensa oficial (www.imprensaoficial.rr.gov.br).